terça-feira, 19 de maio de 2009


o que faríamos para tudo não ser tão vulnerável?
(de repente, transporto-me à uma paisagem com cores, aromas e sons. Em busca de uma solução para meu ansioso questionamento. Não encontro resposta, deparo-me com uma situação)
tempo, conto contigo
à sombra de um Ipê
à margem do rio das Almas
na varanda da casa
na janela larga, sentado
esperando pelo entardecer
esperando por nada
pelo viver
pelo respirar
nessa cidade
sem ansiedade
o tempo é o agora
não se espreitam as horas
não se pressionam as cores do céu
nesse lugar
o tempo é amigo



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