segunda-feira, 8 de março de 2010
Carta a Baudelaire nº2
Venho agora dizer-lhe que a moda em meu tempo está tão banalizada que acho difícil encontrar a poesia nas roupas deste século. Mas, sem dúvida existem ainda seres divinizados que andam pelas ruas e noites das cidades exibindo suas belas formas com seus tecidos e acessórios. Essas belas criaturas prendem a atenção a seu porte e ao movimento de seus membros. E ao observar seu andar, o admirador filósofo pode dar sentido à vida naquele instante, por ver a exaltação da inteligência humana através da beleza suprema.
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Em tempos de fim da modernidade (ou pós modernidade?) a regra é consumir. Fato que leva o homem ao estágio da vida descartável, propagada nos templos do capital, shopping's, mega ultra supermercados...
ResponderExcluirAlmas vazias.......E no final, descobrimos que aquilo que foi consumido, já perdeu a graça.....De volta ao cartão de crédito...